Reino Unido e Japão reconfirmam planos de construir novo caça

Em um recente telefonema em 6 de julho, os primeiros-ministros Fumio Kishida, do Japão, e Keir Starmer, do Reino Unido, reafirmaram seu compromisso com o Programa Aéreo de Combate Global (GCAP).


Por George Allison | UK Defence Journal

O primeiro-ministro Kishida começou por felicitar Starmer pelo seu novo papel, enfatizando a importância da relação Japão-Reino Unido.

Tempest | BAE Systems

Ele afirmou: "A parceria entre o Japão e o Reino Unido, compartilhando valores e princípios, nunca foi tão próxima e robusta". Kishida também agradeceu ao Reino Unido pela calorosa recepção dada ao Imperador e à Imperatriz do Japão durante sua visita.

O Primeiro-Ministro Starmer fez eco destes sentimentos, expressando a sua honra em encontrar-se com Suas Majestades e a sua ânsia de construir laços ainda mais estreitos com o Japão. "Foi uma honra ter a oportunidade de trocar saudações com Suas Majestades." Starmer disse.

Os dois líderes concordaram que a segurança das regiões euro-atlântica e indo-pacífica está profundamente conectada e enfatizaram a necessidade de cooperação contínua. "A segurança do Euro-Atlântico e do Indo-Pacífico é inseparável e afirmou sua estreita colaboração", diz o resumo da chamada.

Um tópico-chave de sua discussão foi o Global Combat Air Programme (GCAP), um esforço conjunto do Reino Unido, Japão e Itália para desenvolver um caça furtivo de próxima geração. Esta iniciativa visa substituir aeronaves existentes como o Eurofighter Typhoon e o Mitsubishi F-2. "Os dois líderes também afirmaram continuar a promover a cooperação entre os dois países, incluindo o Programa Aéreo de Combate Global (GCAP)", diz o resumo.

A GCAP envolve cerca de 9.000 pessoas e mais de 1.000 fornecedores em todo o mundo, sendo 600 no Reino Unido e 400 na Itália e no Japão.

A conversa também abordou outras questões globais, incluindo os conflitos na Ucrânia, no Oriente Médio e no Leste Asiático. Ambos os líderes reafirmaram sua dedicação em trabalhar juntos dentro do G7 e de outras plataformas internacionais para enfrentar esses desafios.

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