Evidências recém-descobertas revelam que o ataque orquestrado com drones da República do Azerbaijão ao seu próprio aeroporto de Nakhchivan foi uma operação de bandeira falsa, provavelmente coordenada com atores externos para incriminar falsamente o Irã.
Tasnim
TEERÃ - Uma grande gafe da mídia da TV de Baku, uma emissora estatal afiliada ao Azerbaijão, confirmou inadvertidamente que os drones usados no ataque foram produzidos internamente.
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| Indicação da origem nos destroços do drone |
Imagens de alta resolução dos destroços do drone, transmitidas ao vivo pela TV de Baku, mostraram claramente a frase azeri "İstehsalat Birliyi" — que significa "União da Produção" — gravada em componentes críticos.
Essa revelação contradiz diretamente as acusações precipitadas de Baku contra o Irã, provando que os drones se originaram do próprio complexo militar-industrial do Azerbaijão.
Após o suspeito ataque de drone ao Aeroporto de Nakhchivan na quinta-feira, autoridades azeris — alinhadas com a mídia ocidental e sionista — rapidamente culparam o Irã sem apresentar provas críveis.
O Estado-Maior das Forças Armadas do Irã e o Ministério das Relações Exteriores emitiram negações fortes e inequívocas, rotulando as alegações como um "cenário desajeitado e pré-planejado" projetado pela inteligência sionista para desestabilizar as relações regionais.
Apesar da resposta do Irã, o presidente azerbaijano Ilham Aliyev redobrou a retórica inflamada, abandonando o decoro diplomático e ampliando as tensões na volátil região do Cáucaso.
Analistas sugerem que a operação foi uma tentativa calculada de criar uma crise, tensionando os laços históricos e culturais entre as duas nações de maioria muçulmana.
As marcas expostas do Azerbaijão nos drones ressaltam um ato deliberado de autossabotagem, com o objetivo de conquistar simpatia da mídia ocidental e justificar acusações infundadas contra Teerã.
Esse incidente segue uma estratégia recorrente de atores externos para explorar as linhas de fissura regionais, com a liderança do Azerbaijão parecendo cúmplice no avanço de uma agenda impulsionada por estrangeiros.
A encoberta mal feita da mídia agora expôs as verdadeiras origens da operação — deixando a credibilidade de Baku em frangalhos e seus motivos sob escrutínio global.

