Trump afirmou que a segunda operação de resgate realizada em território iraniano envolveu 155 aeronaves (VIDEO)

Com esses números, a alegação de que essa operação foi, na verdade, uma tentativa de invasão de uma instalação subterrânea em Isfahan para roubar o urânio enriquecido do Irã, começa a ser mais credível. Realmente, não faz sentido utilizar uma grande quantidade de aeronaves em uma missão limitada para resgatar um único homem.


Análise Geopolítica 

As missões exclusivamente voltadas para Busca e Resgate em Combate (CSAR) geralmente são muito rápidas e utilizam o mínimo possível de meios para se infiltrar rapidamente e sair sem ser notado. 

Trump durante coletiva de imprensa na Casa Branca nesta segunda-feira (6) • REUTERS

O deslocamento de tantas aeronaves, equipamentos e pessoal para o sul de Isfahan sugere que essa operação, sob o pretexto de realizar um resgate, na verdade, foi uma tentativa de se infiltrar em uma instalação nuclear subterrânea nos arredores de Isfahan, onde alegadamente o Irã guarda seu urânio enriquecido.
  • 4 bombardeiros; 
  • 64 caças; 
  • 48 ​​aviões-tanque de reabastecimento; 
  • 13 aeronaves de resgate e mais helicópteros. 
Anteriormente, Trump afirmou que uma operação para capturar o urânio do Irã estava sendo planejada, e talvez, com a ocorrência do abate do caça F-15E em território iraniano, os EUA tenham visto uma oportunidade de realizar essa operação de forma escondida.

Em todo caso, se o objetivo realmente foi roubar o urânio enriquecido do Irã, a operação falhou completamente. Se foi apenas o resgate, a operação foi supostamente bem-sucedida em extrair o piloto e o oficial de armas do Irã, mas sofreu pesadas baixas materiais e possivelmente humanas, de acordo com alguns indícios e relatos de que baixas militares dos EUA nesta operação estão sendo escondidas.

1 Comentários

  1. E onde estão os militares resgatados? De quem é o cadáver dentro da aeronave americana destruída na operação?

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