Líderes e autoridades globais estão começando a reagir à notícia de que os EUA e Israel realizaram ataques ao Irã, e que Teerã está respondendo a esses ataques com seus próprios ataques no Oriente Médio.
Por Catherine Nicholls | CNN
A chefe de política externa da União Europeia, Kaja Kallas, classificou os acontecimentos de "perigosos" e disse que falou com o ministro das Relações Exteriores de Israel nesta manhã. "A proteção dos civis e o direito internacional humanitário são prioridade", disse ela no X.
O ministério das Relações Exteriores da Suíça afirmou estar "profundamente alarmado com os ataques de hoje dos EUA e de Israel contra o Irã", pedindo que "todas as partes exerçam máxima contenção, protejam civis e infraestrutura civil."
O primeiro-ministro da Malásia, Anwar Ibrahim, disse que os ataques dos EUA e de Israel ao Irã "levam o Oriente Médio à beira da catástrofe", instando Washington e Teerã a "buscar uma saída diplomática em vez de uma escalada maior."
A presidente da Eslovênia, Nataša Pirc Musar, disse que acompanhava os últimos acontecimentos "com grande preocupação", postando a X que "estamos testemunhando uma séria escalada das tensões regionais, colocando assim em risco a paz e a estabilidade no Oriente Médio."
O ministério das Relações Exteriores da Ucrânia disse no X que "o regime em Teerã teve todas as oportunidades para evitar um cenário violento", acrescentando: "Reafirmamos nossa posição inabalável: desejamos segurança, prosperidade e liberdade ao povo iraniano, assim como estabilidade e prosperidade ao Oriente Médio."
O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, disse que seu país "apoia(s) os Estados Unidos agindo para impedir que o Irã obtenha uma arma nuclear", escrevendo também no X que "a Austrália está ao lado do corajoso povo do Irã em sua luta contra a opressão."
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