Omã convoca uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU sobre o Irã, pedindo um cessar-fogo imediato e alertando que ataques violam o direito internacional, segundo o Ministério das Relações Exteriores.
Al Mayadeen
Omã pediu a suspensão de todos os ataques contra a República Islâmica do Irã e uma reunião do Conselho de Segurança da ONU, informou o Ministério das Relações Exteriores no sábado, tendo como pano de fundo a agressão israelense-americana contra o Irã.
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"O Sultanato de Omã acredita que tais ações são contrárias ao direito internacional e aos princípios de resolução de conflitos por meios pacíficos, e não agressivos. Apela a todas as partes para cessarem imediatamente as hostilidades", disse o ministério em comunicado, acrescentando que o Conselho de Segurança da ONU deve se reunir imediatamente para "alcançar um cessar-fogo."
Trump anuncia ataque ao Irã
Mais cedo hoje, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que os Estados Unidos iniciaram o que ele descreveu como "grandes operações de combate no Irã", após a agressão contra o Irã anunciada por "Israel" mais cedo naquele dia."Há pouco tempo, os EUA começaram grandes operações de combate no Irã", disse Trump. "Nosso objetivo é defender o povo americano eliminando ameaças iminentes do regime iraniano."
Intensificando sua retórica, Trump disse: "Vamos aniquilar a marinha deles" e acrescentou: "Vamos destruir os mísseis do Irã."
Irã responde: Bases dos EUA, 'Israel' sob fogo
Logo depois, o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) do Irã lançou mísseis e drones em direção a "Israel".Os ataques de retaliação atingiram diferentes áreas dos territórios ocupados, atingindo Haifa, Tel Aviv e o norte da Palestina ocupada. Sirenes continuam soando por todos os territórios ocupados após várias rajadas de mísseis terem sido lançadas.
Segundo relatos, aproximadamente 25 lançamentos de mísseis vindos do Irã em direção a "Israel" foram detectados a partir das 10h.
Explosões também foram ouvidas em vários estados do Golfo que abrigam bases militares dos EUA, principalmente na Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos (EAU), Bahrein, Kuwait e Catar. A Agence France-Presse (AFP) relatou explosões altas em Riad, Arábia Saudita, enquanto o Irã realizava ataques retaliatórios contra bases americanas ao redor do Golfo.
Simultaneamente, no Bahrein, o Centro Nacional de Comunicações anunciou que o centro de serviço da Quinta Frota dos EUA foi alvo de um míssil iraniano. O Ministério do Interior do Bahrein confirmou a ativação das sirenes e instou cidadãos e moradores a se dirigirem ao local seguro mais próximo até novo aviso.
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