Numa mensagem publicada na rede social X, na quarta-feira à noite, Emmanuel Macron disse ter pedido ao primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu para "preservar a integridade territorial do Líbano" e "abster-se de uma ofensiva terrestre."
Olivier Tolachides | Euronews
O presidente francês afirmou ainda ter mantido conversações com opresidente libanês Joseph Aoun e com o primeiro-ministro Nawaf Salam.
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| Emmanuel Macron no Palácio do Eliseu, 1 de março de 2026 © AP Photo/Aurelien Morissard, pool |
O chefe de Estado defendeu o regresso "ao acordo de cessar-fogo" e apelou ao Hezbollah para que cesse "os seus ataques contra Israel e não só."
França irá tomar "iniciativas imediatas para apoiar as populações libanesas deslocadas", acrescentou.
Apoio a Chipre: "Charles-de-Gaulle" no Mediterrâneo
Emmanuel Macron condenou os ataques israelo-americanos contra o Irão, que foram "realizados à margem do direito internacional", mas atribuiu a responsabilidade principal por esta situação" à República Islâmica.Macron anunciou também o envio de "meios de defesa aérea" adicionais e da fragata Languedoc para Chipre.
O presidente francês ordenou ainda o envio do porta-aviões Charles-de-Gaulle para o Mediterrâneo, invocando o impacto do conflito do Médio Oriente no comércio internacional.
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